Crónicas para quem pensa… e sente mais do que admite
O que permanece depois do gesto, da conversa ou do silêncio? Há salas de espera, oficinas, escolas, quartos, lares, ginásios, estradas, cozinhas e serras. Há pais, filhos, velhos, adolescentes, homens e mulheres apanhados na vida. Nestas páginas, entra-se depressa: diz-se o necessário, vê-se o essencial, e alguma coisa fica a trabalhar por dentro. Um corte de luz, uma conversa à mesa, um corpo cansado, uma maldade, uma pergunta feita tarde demais... Momentos em que o quotidiano deixa de entor-pecer. Estas crónicas não procuram fechar respostas nem oferecer consolo rápido. Aproxi-mam-se do ponto em que a técnica, a pressa e o ruído já não chegam. E em que o homem percebe que nem tudo o que o habita desaparece com o tempo. Elas não procuram convencer ninguém. Apenas ficam onde normalmente se passa depressa.
There are no reviews for this book yet.